http://g1.globo.com/bemestar/videos/t/edicoes/v/breno-faz-cirurgia-e-fisioterapia-para-enfrentar-a-marcha-equina/3645361/
 
 
 
 
http://globotv.globo.com/rede-globo/bem-estar/v/tratamentos-ortopedicos-infantis-devem-comecar-o-quanto-antes/3299422/
 
 
 
http://globotv.globo.com/rede-globo/bem-estar/v/exclusivo-na-web-especialistas-apontam-causas-e-efeitos-de-problemas-nos-pes/3299301/
 
 

Um problema pouco discutido, mas muito comum entre os pequenos: assim pode ser definido o “andar nas pontas dos pés”. A princípio, ele atinge bebês que estão desenvolvendo seus primeiros passinhos, se agrava quando a idade avança e a criança continua andando do mesmo jeito. Em Itaituba, interior do Pará, João Henrique Figueira, de sete anos, sofre até bullying por não conseguir colocar seu pé inteiro no chão. “Meus amigos não me deixam jogar, eles querem que eu seja o juiz. Mas eu quero ser jogador”, se lamentou a criança.

Como diagnosticar, tratar e curar a marcha equina, como é conhecida? O Dr. Henrique Sodré, médico da Universidade Federal de São Paulo, trouxe algumas explicações. “90% dos casos são espontâneos, a própria criança anda assim por vontade dela, depois de certo tempo, some. Se permanecer, tenta-se fisioterapia e correção de postura”, destacou o especialista.

Casos
Andar nas pontas dos pés é a segunda principal causa de reclamações nos consultórios de pediatria no Brasil - só perde para reclamações sobre pé chato.

Causa do problema
Na maioria das vezes isso é temporário, ocorre por causa da imaturidade do sistema nervoso central. No início da marcha pode não haver esse controle fino do movimento, e a criança começa a caminhar a maior parte do tempo na ponta dos pés e só coloca o calcanhar no chão quando está parada.

 

Duração do problema
Segundo o Dr. Henrique, isso pode acontecer até os 5 anos de idade. Se passar disso, a mãe precisa procurar um ortopedista que vai avaliar se a criança tem o chamado encurtamento do tendão de aquiles ou não.

 

Exames
O problema de encurtamento do tendão de aquiles pode ser detectado com um simples exame físico em casa mesmo.

Cirurgia
O especialista diz que, se o exame constatar o tendão encurtado, o melhor recurso é a cirurgia, que é muito simples e garante 100% de recuperação. Após a cirurgia, não é preciso engessar as pernas, basta usar uma órtese (botas de plástico com velcro) para o pós-operatório. E a maioria dos planos de saúde cobre esse tipo de intervenção. Se for fazer no particular, a cirurgia - segundo os médicos - sai em torno de R$ 3 a 4 mil.

 

Recomendação aos pais
Não repreendam e nem forcem a criança a andar corretamente. O pediatra garante que isso não adianta nada e acaba só gerando estresse na família.

http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/O-programa/noticia/2012/11/andar-na-ponta-dos-pes-conheca-o-problema-que-atinge-criancas-do-brasil-inteiro.html

 
 
 
 
E, como as férias estão acabando, vamos falar sobre mochilas escolares.
Em São Paulo, tem uma lei que proíbe os alunos da rede municipal de carregar mochilas com peso superior a 10% do seu peso.
Um exemplo: se a criança pesa 30 quilos, não pode carregar mais do que 3 quilos.
Realmente é necessário ter limites para evitar problemas de saúde futuros.

Veja a reportagem exibida no Fantástico.

http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/v2011/MaisVoce/0,,MUL478177-10344,00-MOCHILA.html

 
 
 
 

Médicos brasileiros começaram um estudo, em São Paulo, que poderá ajudar muito os pais a lidar com um problema que afeta 10% das crianças: a dor de crescimento.

Sete anos e Nayara já tem uma dura história para contar. “Dor na perna que atrapalha, é ruim para eu andar”.

A família não entendia. “Ia para a escola, professora ligava para ir buscar, porque ela estava chorando, porque não conseguia fazer a lição", contou a avó Glória de Souza Araújo.

As dores do crescimento não são raras. Atingem cerca de 10% das crianças. Júlio já sabe que elas desaparecem com a idade. “Não vai me impedir de ser jogador de basquete”.

 
O diagnóstico ajuda a tranquilizar e a orientar pais e educadores e também a reduzir o sofrimento, o incômodo das crianças. Mas o fato é que dor do crescimento é uma expressão bem genérica. A própria ciência tem muitas dúvidas sobre o assunto.

Só existem teorias sobre as causas, explica o ortopedista infantil Henrique Sodré. Em uma delas, é o osso crescendo mais rápido do que o músculo. Fala-se também em excesso ou em falta de irrigação sanguínea na região afetada. E até em fatores emocionais. Nada comprovado.

"A dor de crescimento tem que ser um diagnóstico de exclusão. A gente exclui todas as outras causas. Ele pode ter uma infecção, pode ter um tumor, pode ter uma osteocondrite, pode ter uma infecção reumática".

Pioneiro no Brasil, um estudo da Associação de Assistência à Criança Deficiente está mapeando centenas de casos, em São Paulo. Em 85% das crianças, a dor do crescimento foi confirmada.

“É totalmente contornável com analgésicos apropriados e certas medidas físicas”, disse o médico da AACD Morton Sheinberg.

Camila faz parte da pesquisa. "Fica latejando dentro da perna. Dói bastante".

E os sintomas já apareceram em Lucas. “Dói mais de madrugada”.

Mas numa família, onde a dor veio em dose tripla, o maior sofrimento foi mesmo com o filho mais velho. “Levamos em diversos pediatras e só falavam que é muito agitado, brinca muito e à noite dói”, contou o desempregado Itamar Dias de Almeida.

O caso nunca foi esclarecido. Com os menores, a informação fará a diferença. “A gente sabe agora que não vai haver sequelas. Vai passar, um dia, graças a Deus”, disse, aliviada, a dona de casa Cecília de Almeida.

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1158863-10406,00-ESTUDO+AJUDA+PAIS+A+LIDAR+COM+A+DOR+DE+CRESCIMENTO.html

 
 
 
 

No final do ano passado, o Mais Você mostrou o drama do pequeno João Henrique, de 7 anos, morador da cidade de Itaituba, no Pará. O menino tinha um problema que é pouco falado, mas é a segunda principal queixa nos consultórios dos ortopedistas pediátricos do país, o mal da marcha da ponta dos pés, ou simplesmente o “andar na ponta dos pés”.

João reclamou que sofria bullying por não conseguir pisar inteiramente no chão: “Meus amigos não me deixam jogar, eles querem que eu seja o juiz. Mas eu quero ser jogador”. Andar na ponta do pé até é natural no começo, quando a criança dá os primeiros passinhos, mas, depois de um tempo, ela começa a andar encostando os pés totalmente no chão.

O problema é quando a criança não consegue deixar de andar assim. Isso acontece, na maioria das vezes, porque há o encurtamento do tendão de Aquiles e o jeito é fazer a cirurgia corretiva e muita fisioterapia.

Para solucionar esse problema do João Henrique, o programa o levou para São Paulo, já que na cidade onde ele mora não tem médico especialista, para se consultar com o doutor Henrique Sodré, que diagnosticou o problema no menino e o encaminhou para cirurgia.